Programa Concerto Noturno – 19/05/2022

Ministério do Turismo, Vallourec e Instituto Unimed-BH apresentam:

Orquestra Sinfônica de Betim

Concertos Noturnos

 

Participação especial: Orquestra de Flautas da Escola de Música SABRA

Regência: Márcio Miranda Pontes

 

Teatro Municipal Newton Franco Amaral – Betim

19 de maio de 2022  –   19:30 horas

 

Programa

 

Mozart – Abertura da ópera “A Flauta Mágica”

Mozart – Concerto para flauta nº 1 – Solista: Marcos Vinicius Fernandes Nunes
Allegro maestoso
Adagio ma non troppo
Rondo. Tempo di Menuetto

Beethoven – Sinfonia nº 1
Adagio molto. Allegro con brio
Andante cantabile- con moto
Menuetto – Allegro molto e vivace
Finale – Adagio, allegro molto e vivace

Pot Pourri de músicas tradicionais (Orquestra  Sinfônica e Orquestra de Flautas)

 

* * *

 

A ópera é formada pela junção da música com a arte dramática e as artes visuais. Desde o período barroco até os dias atuais, este estilo é explorado por compositores e continua a encantar plateias por todo o mundo. Normalmente, ela começa com uma peça musical chamada “abertura”, que é a parte executada pela orquestra, com as cortinas ainda fechadas. Cria o clima para a apresentação cênica. A Flauta Mágica é uma ópera de Mozart em dois atos, que estreou em Viena em 1791.

O Concerto para Flauta foi encomendado a Mozart por um rico flautista amador. Apesar disso, e do fato de naquela época a flauta não dispor dos recursos mecânicos do instrumento moderno, resultou uma obra com grande exuberância técnica e expressiva. À jovialidade do primeiro movimento juntam-se a profundidade lírica de um Adagio e a distinta elegância dos minuetos mozartianos como último movimento.

A Sinfonia n.° 1 foi composta em Viena e teve sua estréia em 1800. Na época a obra foi criticada por alguns devido ao seu caráter inovador. Entretanto, presta homenagem à grande tradição clássica vienense – de Haydn e Mozart, mas também oferece antecipações tentadoras da futura escrita sinfônica de Beethoven.

 

* * *

 

Orquestra de Flautas da Escola de Música SABRA

Alice Souto dos Santos
Alice Fernanda Mendes
Ana Caroline de Souza Alves
Ana Clara Bleme
Ana Lara Gonzaga de Assis
Ana Luiza da Silva Guedes
Arthur Aquino
Beatriz Rocha Sobrinho
Cecília Sambuc Silva
Davi de Assis Aguiar
Davi Lucas Barbosa
Davi Pires Lourenço
Eduarda Ferreira
Emilly Souza Costa
Esther Hubner Moreira Gonçalves
Fernanda Trega Gabriela Maia Pereira
Giovanna Escrivanni Mendes Matos
Giulia Leite
Gustavo Crimber Bragione
Iasmin Pires
Isabela Fernandes
João Gabriel de Souza
larissa Fróis de Menezes
Leandro Rodrigues dos Santos
Manuela Alves do Nascimento
Maria Antônia Alves Ricardo
Maria Eduarda Câmara
Maria Fernanda Galdino
Maria Rita Silva Reis
Marlon Reury Fernandes de Assunção
Melissa Aquino Papatela Nathália Fernandes
Pedro Otávio Gonçalves
Rafaela Yanni da Silva
Renato Leandro da Silva
Ricardo Leandro da Silva
Sabrina Rodrigues de Oliveira
Sofia Alves
Sofia Melo Gaspar
Sofia Souza
Theo Leonardo Monteiro
Tito Bernardo Monteiro

Regência
Daiane Gabriela de Paula Neves

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Orquestra Sinfônica de Betim

Violino 1
Spalla – Leandro Lino da Cunha
Concertino – João Marcos Santos Dias
Assistente – Glaikson Luiz Marques Nogueira
Clayton Lucas da Silva
Tatiana Maria dos Santos Martins
Fernanda Lucia Bahia Monteiro
Daniel Laranjeira Silva
Mateus Silveira Figueiredo

Violino 2
Chefe de naipe – Tiago Luis Costa e Silva
Concertino – Joseph Guilherme de Medeiros Silva
Assitente – Vivian Brenda Sacramento Giovanna Lucília Braga de Paula
Sara Oliveira de Barros
Fernanda Monteiro
Daniel Lourenço Leão

Viola
Chefe de naipe – Gabriel Teodoro de Andrade
Concertino – Ciro Miranda Quaresma dos Santos
Assistente – Ludson Vitor Sales Alves
Jhonata Lino Machado
Lorena Fernandes de Souza Violoncelo
Chefe de Naipe – André Castilho Dourado Freire
Concertino – Déverson Santos de Sousa
Assitente – Maria Carolina Rodrigues da Costa
Gabriel Fonseca Reis Tavares
Leandro Fernandes Martins

Contrabaixo
Chefe de naipe – Tiago Ribeiro Pedro
Concertino – Nikolly Emanuelly Ramos Silva
Assistente – Rodrigo Guillermo Olivárez Olivares

Flauta
1º Marcos Vinicius Fernandes Nunes
2º Rafael Silveira Figueiredo

Oboé
1º Izaqueu Luiz Moreira
2º Rosana Guedes de Oliveira Carneiro

Clarinete
1º Emília Pinheiro Carneiro Barros
2º Cláudia Adriana da Silva

Fagote
1º Juliana Santos Santana
2º Isadora de Souza Sodré

Trompete
1º Lucas Henrique Fonseca Guimarães
2º Aurélio Luís Bernardes de Carvalho
3º Fabrício Rodrigues Muniz Trompa
1ª Mateus Felipe de Jesus Menaguale
2ª Jennifferr de Oliveira

Trombone
1º Weslley Luiz Aranda dos Santos
2º Vinícius Martins de Vasconcelos
3º Alexsandro Stanley Lemos Gonzaga

Percussão
Victor Antonio do Nascimento
Valéria Evallin da Costa Prata
Lucas Davi de Araújo

Assistentes de Produção
Gabriel de Deus Silva
Samuel Victor dos Santos Moura

Professores de naipe
Madeiras – Rosana Guedes de Oliveira Carneiro
Metais – Helio Azevedo da Silva
Cordas – Samuel Gomide Freitas

Regente Assisteente
Helio Azevedo da Silva

Regente Titular e Diretor Artístico
Márcio Miranda Pontes

 

Saiba quantos e quais são os tipos de flauta

 

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Quais são as melhores formas de guardar instrumento musical?

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Não importa o preço que pagamos em um instrumento musical. O tempo de uso e todo o nosso esforço de aprendizado está representado neste objeto, além de proporcionar a nós momento únicos de alegria e de descontração, e, em alguns casos, ser o nosso meio de sobrevivência.

Por estes e outros motivos, seja qual for o instrumento musical que você tenha, seja ele feito de madeira ou plástico, com sistema eletrônico integrado ou rústico, o armazenamento adequado deste instrumento representa a duração ainda maior de sua vida útil, além do vínculo afetivo que firmamos com nosso instrumento musical, para ele poder estar ao nosso lado o maior tempo possível, principalmente quando não temos recursos para comprar outro.

Guarde em um case

Muitos músicos e até alunos gostam de pendurar seus instrumentos, principalmente violões, violas e violinos, na parede de suas casas ou estúdio, deixando-o em exposição, como um artigo de decoração. No entanto, essa não é uma atitude recomendada, há não ser que você tenha aquele instrumento específico para este fim e que não seja de uso musical.

Os instrumentos musicais, principalmente os que são produzidos com madeira, sofrem com alterações de temperatura, umidade, acúmulo de poeira e outros fatores naturais que podem danificar o instrumento, alterando sua sonoridade ou fazendo com que o mesmo perca sua capacidade de afinação, deixando-o suscetível a não “segurar” a afinação, o que pode se tornar um transtorno para o músico na execução de uma música ou para o aluno no momento do aprendizado. No caso de instrumentos eletrônicos como teclados, baterias digitais, etc.

Devem ser guardados em locais onde não há umidade e ventilado, pois, pode haver a danificação dos circuitos eletrônicos desses instrumentos, causando problemas ao músico ou ao aluno. Para as percussões, vale as mesmas recomendações.

Evite lugares altos e apoios inadequados

Outro erro de muitos músicos é armazenarem seus instrumentos em locais de altura elevada. Além de causar riscos para o próprio músico, pois, os instrumentos podem acabar caindo sobre eles, há o risco para a destruição do instrumento em uma possível queda, o que, pode resultar, mesmo estando dentro da case, em uma dor de cabeça muito grande para o músico ou estudante, pois, o sentimento de ter um instrumento musical quebrado é dilacerador, além do gasto para consertá-lo, e, dependendo do caso, adquirir outro instrumento de qualidade, pode ser algo um pouco caro, dependendo da condição financeira do músico.

Outro ponto muito importante são as formas de guardar o instrumento. Apoios inadequados, principalmente para instrumentos de cordas e teclas podem resultar na perca do instrumento ou extravio de cordas e teclas.

Nos violões, o apoio inadequado causa problemas no braço do instrumento, empenando-o, o que causa uma incapacidade do instrumento de permanecer afinado, além de elevar a altura das cordas em relação ao braço, dificultando a execução ou estudo do instrumento.

Portanto, essas foram as nossas dicas para armazenamento de instrumentos musicais. Nada melhor para um músico ou estudante de música que ter seu instrumento sempre à mão, com qualidade e sonoridade adequado, e o armazenamento adequado é a peça chave para manter a vida útil e a qualidade de som do instrumento.

A IMPORTÂNCIA DA CULTURA NA NOSSA VIDA.


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Curiosidades incríveis sobre a música brasileira

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A música do Brasil é, atualmente, uma das mais reconhecidas em todo o mundo. Mas, sabia que nossa tradição nesta arte é razoavelmente recente? Conhecer as curiosidades sobre a música brasileira é o primeiro passo para termos a dimensão da nossa cultura.

Afinal, com mais de 521 anos de existência, mas apenas 200 como um país independente, muito se criou, mas também há o que já se perdeu. Contudo, um traço marca a musicalidade nacional: sua variedade e apelo ao que é popular.

Pensando nisso, trazemos 5 curiosidades incríveis sobre a música brasileira. Confira.

1. ‘Isto é Bom’: a primeira música gravada no país

Data de 1902 a primeira canção brasileira gravada em território nacional. E, ela pertence ao baiano Xisto Bahia, que compôs ‘Isto é Bom’, através do gênero lundu, muito tradicional à época, principalmente na região Nordeste.

Já a voz que deu vida a canção foi de um conterrâneo: Manuel Pedro dos Santos, o Baiano, visto que Xisto Bahia morreu oito anos antes da gravação.

2. Roberto Carlos: mais venda de discos

Primeiro e único a ultrapassar a marca estimada de 100 milhões (140 milhões no total) de cópias de discos estimadas, Roberto Carlos é, de longe, o cantor com maior número de vendas de 1959 até o momento.

No seu ‘encalço’ está o ícone da MPB (Música Popular Brasileira), Nelson Gonçalves, com 75 milhões. Além disso, a primeira mulher (e terceira que mais vendeu discos), foi Ângela Maria, que entre 1948 e 2018 vendeu 60 milhões de cópias.

Os dados são da Associação Brasileira Produtora de Discos.

3. Tom Jobim: a referência nacional

Uma eleição da Rolling Stone Brasil, em 2008, contou com a opinião de 70 jornalistas para escolher os 100 maiores artistas da música nacional em toda a história. E, como muitos haviam antecipado, o nome de Tom Jobim liderou o ranking.

Entre os 10 aparecem, ainda, nomes como João Gilberto, Chico Buarque, Caetano Veloso, Jorge Ben Jor, Roberto Carlos, Noel Rosa, Cartola, Tim Maia e Gilberto Gil. A primeira mulher da lista foi Elis Regina, em 14º.

4. Gêneros: uma riqueza de criações e adaptações

Rock and Roll, Eletrônica, Jazz, Funk, Soul, Reggae, Country, entre tantas outras. O Brasil não apenas incorporou estes gêneros musicais, como também apresentou ao mundo dezenas de estilos que são enraizados e criados aqui.

Os mais conhecidos são a Bossa Nova e a MPB. Contudo, há uma lista que abarca o Forró, Baião, Axé, Maracatu, Lambada, Xote, Sertanejo, Frevo, entre outros. Ou seja, estamos entre os países com uma das maiores diversidades musicais do mundo.

5. Músico: um profissional que deve ser mais valorizado

Com exceção dos artistas que fazem sucesso com seus shows e cachês de centenas de milhares de reais por apresentação, o músico formado sofre assim com as demais áreas no Brasil.

Segundo o site Vagas, a média salarial do profissional da música é de R$ 1.877 mil no país. Contudo, isso não nos faz deixar de lado essa bela arte: a Ordem dos Músicos do Brasil mostra que 600 mil pessoas vivem diretamente da profissão.

Documentários incríveis sobre música que você precisa conhecer


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