Pessoas que tem aversão a música ainda podem tocar um instrumento?

Por mais que pensamos ser inaceitável a aversão à música, sendo esta arte uma das maiores características culturais do brasileiro, definidora da nossa identidade e um dos maiores produtos de exportação do país, existem pessoas que não gostam de música.

No entanto, como tudo na vida, até mesmo a audição de uma boa canção é um exercício de atenção, o que nos dias de hoje, com o mar de distrações no qual estamos submetidos, se torna uma tarefa árdua.

De qualquer modo, mesmo pessoas que não são muito afeitas à primeira arte, podem desenvolver alguma habilidade na área e até mesmo colher os inúmeros benefícios que a música pode proporcionar.

Sendo assim, para saber mais sobre o assunto, entender quais os benefícios da música e como burlar a barreira da aversão, fique com a gente e confira tudo isso no artigo a seguir. Acompanhe!

1. Aprimora a memorização

Se você é uma das pessoas que têm dificuldade em relação à memória, você poderia cogitar superar a aversão pela música e iniciar o aprendizado de um instrumento. Já está cientificamente comprovado que o desenvolvimento de habilidades musicais pode aumentar a nossa capacidade de memorização.

Além de ser uma atividade nova e estimulante, a música exige certa disciplina e concentração que faz com que exercitemos a nossa memória em prol de uma boa execução da partitura ou da cifra em questão.

2. Melhora a desinibição

Existem inúmeras pessoas que sofrem com a timidez e a falta de manejo em público. Por conta disso, a opção por mergulhar no estudo de um instrumento pode ser uma saída saudável para combater esse problema.

Não é preciso ser um músico que faz grandes apresentações e aparições em público. O simples fato de estreitar relações com a música melhora a expressividade, o vocabulário social, aumenta o repertório de assuntos, além de ser fundamental para a autoaceitação.

3. Abre as portas do mundo

Não existe nada mais satisfatório do que aprender sobre o mundo e suas diversas nuances. Por meio da música isso não só é possível, como é quase que natural. A música não tem fronteiras, ela se expressa para atingir os sentimentos das pessoas em qualquer lugar do mundo.

Por mais que existam canções em diversos idiomas, também há músicas instrumentais, bem como a possibilidade de simplesmente executar a parte melódica e harmônica de uma obra, sem precisar lidar com outras línguas.

É claro que você pode fechar o pacote completo e aprender música, outro idioma e um pouco mais sobre alguma cultura estrangeira. Fica a critério do ouvinte.

4. Proporciona sentimentos positivos

O simples fato de a música não ter utilidade, ou seja, não há motivos para se ouvir, tocar ou estudar música, já é por si só libertador. É simplesmente um prazer que uma pessoa tem. Não há retornos materiais ou motivos-fim para estar ligado à música. Ela simplesmente existe e sua existência basta em si.

Por conta disso que tocar um instrumento não é um dever, nem uma obrigação, e sim um prazer. Só é feito quando realmente há vontade de se fazer. Isso aumenta a sensação de liberdade e de autonomia, o que proporciona um bem-estar para todos que estão inseridos nessa arte.

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Motivos para aprender um novo instrumento

Criado por: Agência de Marketing RedaWeb

É difícil entrar para uma orquestra?

Fazer parte de uma orquestra é o sonho de muitos que desejam seguir carreira na música clássica.

Por ser um grupo seleto que reúne músicos virtuosos e que dominam um determinado instrumento musical, uma orquestra pode apresentar diferentes tipos de processo seletivo, a depender da sua finalidade.

Mas afinal, é muito difícil entrar para uma orquestra? Conheça mais sobre os critérios para a formação de uma orquestra.

Músico de orquestra

Um músico de orquestra, como o próprio nome sugere, é um instrumentista que atua em orquestras, de diferentes portes. Geralmente, ele se caracteriza por dominar o seu instrumento, bem como o repertório da orquestra, estudando as partituras que serão interpretadas e ensaiando com os demais músicos para a apresentação em espetáculos.

Os músicos de orquestra são profundos conhecedores da música erudita, das terminologias musicais, além de compreenderem bastante as teorias musicais.

Mais do que estudar as partituras e ensaiar performances, um músico de orquestra trabalha em conjunto com o maestro, o regente da orquestra.

Desse modo, a vocação para a música e a dedicação intensa aos estudos musicais são requisitos imprescindíveis para quem deseja viver profissionalmente da música, como um músico de orquestra.

Formação

Não é exigida nenhuma formação especial para entrar em uma orquestra. Também não é necessário ter alguma faculdade, bacharelado ou diploma.

No Brasil, geralmente, os músicos de orquestra são submetidos a um concurso admissional, podendo ser registrados em regime CLT ou contratados como freelancers, por espetáculos ou por períodos determinados.

Nesse sentido, os interessados em ingressar em uma orquestra devem ficar atentos aos editais públicos lançados, já que, em sua maioria, as orquestras são mantidas pelas prefeituras ou governos estaduais. Esses entes costumam publicar editais de convocação quando necessitam preencher novas vagas.

Os editais são publicados no Diário Oficial e têm as suas vagas abertas a qualquer interessado.

Capacitação

Embora não exija formação superior, a carreira de músico de orquestra demanda um vasto conhecimento de teoria musical e de domínio instrumental.

Para dominar um instrumento musical, por exemplo, são necessárias muitas horas de treino e estudos ao longo de anos. De preferência, a iniciação deve se dar precocemente.

Como o conhecimento musical não é inato, investir em cursos na área musical, como forma de capacitação é algo praticamente obrigatório.

Dessa forma, frequentar conservatórios ou escolas de música costuma ser um passo fundamental na preparação para ingressar em uma orquestra.

É possível ainda ter aulas individuais para aperfeiçoar a técnica instrumental.

De qualquer modo, não se trata de um caminho fácil.

Na preparação para os concursos, é essencial ter um cuidado todo especial no que diz respeito à manutenção do seu instrumento, que precisa funcionar perfeitamente no momento da avaliação.

Também é extremamente importante investir no aperfeiçoamento das técnicas e na escolha dos andamentos musicais, além de desenvolver uma sensibilidade aflorada às nuances de cada som e ensaiar exaustivamente as provas do concurso.

Todos esses elementos são indispensáveis para ser bem sucedido em uma avaliação e alcançar o objetivo de integrar uma orquestra.

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FORMAÇÃO DA SOCIEDADE E ARTE

Texto por: RedaWeb – Marketing Digital

O consumo de música clássica no Brasil

Já dizia há muito um compositor popular que o Brasil tem ouvido musical e, muito embora a frase seja dita por um compositor popular, o Brasil não deixa de se destacar em outras áreas da música, como é o caso da própria música clássica.

Aliás, somos um país que já contribuiu com nomes de peso na chamada música erudita mundial, fornecendo vultos como Carlos Gomes, Heitor Villa-Lobos, Camargo Guarnieri, Guerra-Peixe, Alberto Nepomuceno e inúmeros outros.

Além do mais, até os nossos grandes compositores populares já foram alçados a categoria de músicos eruditos, tamanha a sofisticação de suas obras, como é o caso de Edu Lobo, Tom Jobim, Radamés Gnatalli, Pixinguinha, Egberto Gismonti, entre outros.

Do outro lado, no meio clássico, quase a totalidade dos músicos conversam com temas populares para realizar uma obra erudita de caráter nacional.

No artigo de hoje, vamos rever e aprofundar um pouco mais no consumo de música clássica no Brasil. Desse modo, se você deseja saber mais sobre o assunto, fique com a gente e confira tudo isso e muito mais logo a seguir.

Boa leitura!

O consumo de música clássica no Brasil

Quando falamos de música clássica, logo associamos a uma produção cultural feita pela elite e para a elite, feita por gente mais velha para gente mais velha. No entanto, isso não reflete mais a sociedade brasileira, que hoje possui muito mais acesso a esse tipo de produção graças às plataformas digitais de música e vídeos.

A pesquisa “The Classical Revival in 2020″, organizada pela Orquestra Filarmônica Real (RPO) e pela British Phonographic Industry (BPI), em parceria com o Deezer, apontou que a faixa etária que vai dos 18 aos 25 anos compõe aproximadamente 35% de ouvintes de música clássica na plataforma. A faixa entre 26 e 35 anos compõe outros 35%.

Outro estudo, realizado pela Epidemic Sound, aponta que somente em 2022 o aumento de reproduções de música clássica no YouTube cresceu em torno de 90%. Os pesquisadores apontaram que além de fornecer trilhas de qualidades para produção audiovisual, a música clássica também é usada como refúgio do estresse e para melhorar a concentração nos estudos e no trabalho.

Uma das causas do aumento desse consumo está atrelada, inevitavelmente, à crise sanitária que o mundo foi lançado com o advento do coronavírus. Muitas pessoas se viram em uma situação de angústia e buscaram conforto de inúmeras formas, entre elas, no consumo de uma música que induza a serenidade e a paz de espírito.

Streaming de música clássica

Esse aumento do consumo de música clássica está tão acentuado que já há movimentações para a criação de streamings específicos para o gênero. No Brasil, ainda não há registros de tal empreitada, mas no exterior já se pode encontrar opções do tipo, como é o caso do STAGE , streaming lançado pela Universal Music e especializado em música erudita.

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O que é a música erudita brasileira?

Texto por: RedaWeb