Curiosidades sobre a arte da regência

[vc_row][vc_column][vc_column_text]As curiosidades sobre a arte da regência podem te surpreender e fazer com que saiba um pouco mais sobre esse fascinante universo da música.

Leia para entender mais sobre o papel do regente e sua importância:

O regente é a figura de autoridade de uma orquestra

O regente é quem estipula o começo e término dos ensaios, além de mostrar por meio dos seus movimentos qual é o ritmo que a orquestra deve seguir. Afinal, são muitas pessoas envolvidas, sendo que cada um está tocando de forma diferente.

Também mostra se o som deve ser de maior ou menor intensidade, direcionando todos os músicos. Isso faz com que o grupo consiga produzir um efeito harmonioso. São questões que ajudam a unir a técnica com aspectos mais expressivos sobre a música tocada.

Mesmo sendo autoridade, o regente atua em conjunto com os músicos

Foi-se o tempo em que a postura desse regente era mais autoritária, determinando qual será o teor da apresentação da orquestra. Atualmente esses profissionais atuam em conjunto com os músicos, testando dinâmicas diferentes nos ensaios.

Aceitando sugestões sobre a expressão da música, o que produz, no fim das contas, o resultado de um trabalho mais em conjunto. O conhecimento de todos os músicos é relevante para que no fim haja a construção de uma apresentação muito mais interessante.

A batuta é o nome do instrumento usado para reger

Aparecendo como uma ferramenta para potencializar o efeito do seu braço, a batuta é o instrumento que o maestro usa para reger. Os braços e as mãos são fundamentais para o direcionamento do regente para os músicos e isso fica muito mais claro com a batuta.

Como vimos antes, o regente determina a intensidade da música, se a contagem será mais para produzir um som mais ou menos intenso. A batuta ajuda nisso, inclusive, conferindo à imagem do maestro, para a plateia, de que ele ocupará esse papel na apresentação.

A postura do maestro é muito importante

A postura corporal é uma ferramenta do maestro, visto que seus movimentos ajudam a comunicar a intenção para toda a orquestra. Com isso, ter uma boa postura e saber projetar o corpo na hora certa torna a comunicação muito mais clara para todos.

É muito interessante observar o desempenho de um regente durante uma peça musical, porque ele dita, com seu corpo, o ritmo da obra. Há um direcionamento rico em detalhes, o qual podemos ver em seu rosto, braços, mãos, inclusive ombros e projeção do tronco.

Inicialmente o compositor era o próprio maestro

Geralmente quem ocupava o posto de regente era o próprio compositor de uma peça, trazendo à vida o que estava tecnicamente no papel para os músicos. No passar dos anos foi notada a necessidade de ter um profissional capacitado para cumprir essa tarefa.

A partitura usada hoje é repleta de muitos detalhes, sendo importante ter alguém capacitado a liderar corretamente os músicos. Com isso, os resultados são cada vez melhores e mais dinâmicos.

Essas são as curiosidades e fatos interessantes sobre a arte da regência. Vimos que o maestro é uma peça muito importante, fundamental para trazer vida e unidade para as apresentações.

Leia mais sobre o assunto e aproveite para conhecer mais sobre o nosso projeto!

Maestro x regente: entenda as diferenças


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As características do clarinete

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Conhecer determinadas características do clarinete é um fator fundamental para compreender o alto nível de expressividade deste instrumento. Afinal, a sonoridade harmônica estimula a percepção de uma técnica instrumental perfeita quanto entoada por um músico dedicado e experiente. Com base nisso, pode-se dizer que este instrumento marca forte presença nas orquestras, bem como nas mais diversas canções populares.

Quer saber mais sobre o clarinete? Então você chegou ao lugar certo! Acompanhe a leitura deste artigo e descubra tudo a respeito deste instrumento essencial e marcante.

Características do clarinete: quais são?

Em primeiro lugar, para compreender as características do clarinete é importante conhecer os seus componentes. Com base nisso, o instrumento contém um tubo no formato cilíndrico, na maior parte das vezes é confeccionado com madeira. Além disso, ele apresenta uma espécie de boquilha cônica de palheta simples. Além disso, este equipamento musical também é composto por hastes metálicas ou, simplesmente, chaves. Este recurso é capaz de alcançar vários tipos de registros: agudos, médios e graves.

Alguns achados históricos indicam que o clarinete foi inventado nas proximidades dos anos 1690, em Nuremberg, na Alemanha. O inventor se chamava Johan Denner. Ele dedicou parte de sua vida a construção de instrumentos musicais. Mas, afinal, como o clarinete surgiu? Na verdade, Denner tinha o intuito de aperfeiçoar um instrumento denominado chalumeau, que era bastante utilizado na França desde as épocas mais remotas.

Desde modo, o inventor acrescentou ao chalumeau uma chave para ser utilizada pelo polegar da mão esquerda. O objetivo consistia em tocar em uma abertura. No decorrer do tempo, ao observar as sonoridades presentes no instrumento, Denner denominou-o clarinete. A expressão faz referência ao trompete agudo, chamado de clarino na língua italiana. Denner observava algumas similares nas notas mais agudas entoadas pelos doais instrumentos em questão.

No entanto, apenas no ano de 1950 o clarinete foi incorporado nas orquestras, fazendo parte do grupo de instrumentos de sopro pertencente aos tempos mais modernos. Aliás, atualmente, ele é utilizado por diversos países, incluindo o Brasil.

Como o clarinete é composto?

De fato, o clarinete apresenta seis regiões muito importantes: o barrilete, a boquilha, a campânula, a palheta, o corpo superior e o inferior. Vamos conhecê-las?

  • Barrilete: é uma peça capaz de proporcionar a afinação do clarinete. Com base nisso, quando o instrumento está com a sonoridade baixa, o barrilete deve ser puxado para baixo. Quando está alto, ele deve ser manuseado para cima.
  • Boquilha: é descrita como a região do sopro.
  • Campânula: essa parte pode ser compreendida como uma espécie de amplificador deste instrumento musical.
  • Palheta: o som do clarinete é produzido por meio da passagem do ar pelo interior do instrumento. Esse movimento proporciona a vibração da palheta. Deste modo, diversos instrumentistas optam por fazer ajustes manuais nesta peça com o intuito de consertar as possíveis imperfeições. Sendo assim, é recomendado que a palheta não esteja extremamente apertada nem amplamente frouxa.
  • Corpo superior e inferior: nesta região encontram-se as chaves e os buracos que devem ser tocados. O som apresenta alterações no momento em que o músico muda a posição nos dedos, induzindo o vazamento do ar por buracos distintos no instrumento.

Após conhecer as principais características do clarinete, aproveite para acessar o nosso blog e ampliar ainda mais o seu conhecimento. Você não vai se arrepender!

Clarinete: 5 dicas para aprender a tocar


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Coisas que não te contaram sobre teoria musical

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A teoria musical busca analisar, compreender, compor, classificar e se comunicar sobre a música, descrevendo através de palavras os elementos musicais e também a relação que há entre simbologia e performance de uma música. A teoria musical tenta enquadrar em ideias ou regras a prática da composição.

Esse estudo da música é muito importante para quem toca ou canta, mas com tantos termos, conceitos, regras e definições, muita coisa acaba passando despercebida. É por isso mesmo que preparamos uma lista com 5 coisas que não te contaram sobre teoria musical.

1. Permite entender a música como um todo

Muitos músicos pensam que não precisam estudar teoria musical porque já tocam um instrumento ou cantam. Embora a teoria musical não seja obrigatória para quem quer praticar, ela proporciona conhecimentos amplos e profundos sobre a música. Todo o conhecimento adquirido através da teoria musical faz com que você consiga entender a música de forma mais completa, ouvindo cada nota, instrumento, escala, entre outros elementos. Assim, você pode apreciar melhor a música e também entender verdadeiramente seus mecanismos.

2. Pode ser estudada por quem não toca

Geralmente quem estuda teoria musical está envolvido ou busca se envolver de forma mais profunda no mundo da música. Apesar disso, mesmo os amantes da música que não querem desenvolver suas habilidades de canto ou com algum instrumento podem se beneficiar dos conhecimentos da teoria musical. Isso porque, essas pessoas também aprenderão a apreciar a música de forma diferente e mais intensa, notando elementos que passam despercebidos por quem não estudou teoria musical.

3. Aumenta a criatividade

Quanto mais conhecimento obtemos, mais expandimos nossos horizontes e aumentamos nossas possibilidades. Assim, a teoria musical permite dominar vários elementos, aumentando nossa capacidade criativa e habilidades. Afinal, esse estudo não é uma decoreba de vários conceitos e sim o entendimento do que faz a música funcionar e ser boa.

4. Pode ser simples e legal

Muita gente se afasta da teoria musical porque acha que é um estudo maçante, que é muito difícil, que não irá agregar muita coisa ou que não é capaz de acompanhar. Boa parcela dos músicos acha que a parte prática é o aspecto divertido e é o suficiente para se aprimorar e melhorar. Entretanto, ao contrário do que muitos acham, a teoria musical pode ser bastante simples e fácil de entender, tudo depende da metodologia utilizada e das obras consultadas. Com o método certo, a teoria musical pode ser muito legal e instigante.

5. Conexão com a prática é fundamental

Um dos grandes erros ao aprender ou ensinar teoria musical é manter o estudo estritamente na teoria e deixar de lado a parte prática. O que aprendemos precisa ser executado, exercitado e testado – pois é só assim podemos entender e ter a real dimensão do que aquilo significa. Quem estuda teoria musical e não a aplica na sua prática está desperdiçando o conhecimento adquirido e as novas possibilidades que se abrem com ele. A teoria musical deve servir para que você seja um músico melhor.

5 motivos para estudar Teoria Musical


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