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Você sabe a diferença entre orquestra sinfônica e filarmônica?

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A maioria das pessoas já teve o prazer de, pessoalmente ou através de um determinado vídeo ou áudio, apreciar a apresentação de uma orquestra. Mas se você já parou para observar, certamente já percebeu que existem nomenclaturas diferentes para esses conjuntos musicais, o que nos leva a seguinte pergunta: Você sabe a diferença entre orquestra sinfônica e filarmônica?

Se a sua resposta para essa questão for NÃO, fique tranquilo que nós iremos esclarecer tudo para você. Mas antes de saber qual a diferença entre orquestra sinfônica e filarmônica, é importante entender realmente o que é uma orquestra e como ela é composta.

A formação de uma orquestra

Uma orquestra se define por um grupo de músicos profissionais que se reúne para a apresentação de uma sequência de canções para uma grande plateia, executadas por instrumentos clássicos diferentes, entre eles, os de corda, de madeira, metais, instrumentos de percussão ou de teclas.

Dentro desses agrupamentos são inclusos até cinco tipos de instrumentos. Veja quais deles mais costumam ser utilizados dentro de cada grupo:

– Cordas: violinos, violoncelos, violas, contrabaixos, harpas.
– Madeiras: flautas, clarinetes, clarinete baixo, fagotes, oboés.
– Metais: trombones, trompas, trompetes, tubas.
– Instrumentos de percussão: caixas, pratos, tímpanos, bombo, carrilhão.
– Instrumentos de teclas: piano, órgão.

As formações dos instrumentos variam de uma orquestra para a outra, assim como a quantidade de músicos, mas usualmente, tanto a orquestra sinfônica, quanto a filarmônica são formadas por aproximadamente 80 integrantes. No entanto, dependendo do repertório e da proposta apresentada, esse número pode passar de 100 músicos.

Origem da Orquestra

Diferença entre orquestra sinfônica e filarmônica

Na verdade, algum tempo atrás, as características que distinguiam esses dois grupos instrumentais eram relacionadas às condições dos músicos. Enquanto que a orquestra sinfônica era formada por músicos profissionais e remunerados, a filarmônica contava com músicos que tocavam apenas por hobby.

Hoje em dia, esse conceito mudou e a diferença principal entre orquestra sinfônica e filarmônica se baseia no modelo de financiamento em que cada uma se enquadra.

As orquestras sinfônicas são mantidas pelo poder público, dentro das esferas municipal, estadual e federal. Um exemplo desse modelo é a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, mais conhecida como Osesp, fundada em 1954 e que hoje é referência no cenário sinfônico nacional.

Já as filarmônicas são orquestras financiadas por empresas privadas, associações ou demais grupos de pessoas. Essas instituições procuram captar recursos para a manutenção da orquestra e não possuem fins lucrativos.

Mais semelhanças do que diferenças

Apesar dessas classificações, ocorre que atualmente, todas as orquestras sinfônicas e filarmônicas contam com apoios tanto de gerências institucionais quanto de setores governamentais, o que nos leva a considerar que, no final das contas, ambos os modelos acabam tendo basicamente características muito distintas e possuem apenas nomenclaturas diferentes.

De fato, independentemente de ser orquestra sinfônica ou filarmônica, o que importa mesmo é não perder a oportunidade de apreciar a reunião desses artistas e desfrutar da qualidade musical que tanto um grupo, quanto outro, pode oferecer para os amantes da música clássica e dos instrumentos musicais.


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