Trompas e trombones: entenda as diferenças

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Fazer música é algo que encanta plateias ao redor do mundo. No entanto, para ser um bom músico é necessário conhecer bem tanto o instrumento que você toca quanto os outros. Sendo assim, conhecer as diferenças entre trompas e trombones, por exemplo, é muito importante.

Em qualquer orquestra há divisões entre os instrumentos musicais para que a organização musical seja a mais perfeita possível. Aqui, esta divisão se dá em naipes ou famílias.

A família dos metais é uma delas. Basicamente, sua composição é por instrumentos de sopro, como os trompetes, as tubas, clarim, corneta, entre outros. Neste post mostraremos a diferença entre dois deles: as trompas e os trombones. Por isso, leia esse texto até o final e saiba mais!

Família dos metais

Os instrumentos que compõem a família dos metais têm duas matérias-primas como elementos principais de sua constituição: bronze e latão. No entanto, hoje já são utilizadas diversas composições de ligas metálicas para construí-los.

Qualquer instrumento do naipe dos metais tem um bocal em uma extremidade, se formos observar. É neste local que a boca do instrumentista fica apoiada para que possa vibrar os lábios e soprar o ar.

Na outra extremidade dos instrumentos, fica a chamada campânula. É através dela que o som e o ar saem juntos.

Outra característica interessante desses tipos de instrumento é que o seu tamanho e o seu formato são muito variados. Isso faz com que a sonoridade de cada um deles seja definida.

As trompas

As trompas são instrumentos muito antigos. A princípio era produzida utilizando chifres como matéria-prima. Depois disso, usou-se madeira e cerâmica.

Ela passou a ser produzida com metais somente depois da humanidade dominar o uso desse material, evoluindo para o que temos hoje em dia.

No naipe de metais, a trompa é o segundo instrumento mais agudo, perdendo apenas para o trompete. Sua característica principal é a enorme extensão que possui.

A trompa é enrolada sobre si mesma, entre as suas extremidades, muitas vezes. Dessa forma, ela faz com que os músicos consigam trazer uma grande variedade de timbres.

Os trombones

O trombone foi criado no século XV, junto com o nascimento das orquestras na Europa. Ele é um tipo de aerofone cuja sonoridade é mais grave que a do trompete e mais aguda que a da tuba.

Há dois tipos principais de trombones, que estão relacionados com sua forma. São eles o trombone de vara e o de pisto.

Para tocar, o trombonista assopra o bocal e movimenta a vara ao mesmo tempo, para trás e para a frente, utilizando um de seus braços. Enquanto realiza esses movimentos, ele vai parando em distâncias diferentes.

Diferenças entre trompas e trombones

Além da aparência física, existem algumas diferenças entre trompas e trombones.

Em se tratando das válvulas, as trompas possuem do tipo rotativas. Estas são chamadas ainda de rotores. Já os trombones têm as válvulas deslizantes.

Além disso, a trompa é um instrumento transpositor. Ela é afinada em Fá e, na sua partitura, ela é representada cinco notas acima do que seria o som real.

Gostou deste conteúdo? Agora que você já sabe quais são as diferenças entre trompas e trompetes, leia outros posts sobre arte e música em nosso site. Entre em contato para obter mais informações sobre nossos projetos.

NAIPE DOS METAIS.


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Músicas para homenagear as Mulheres

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Março é o mês da Mulher. O Dia Internacional da Mulher é comemorado em 8 de março no Brasil e em todo o mundo. A história do Dia Internacional da Mulher remonta ao início do século XX. Durante algum tempo, a origem do Dia Internacional da Mulher foi atribuída ao dia em que centenas de operárias morreram no incêndio de uma fábrica têxtil em 1908 em Nova York.

Uma luta constante por mais direitos

Os fatos que realmente levaram ao estabelecimento do Dia Internacional da Mulher estão, na verdade, mais relacionados à reivindicação dos direitos das mulheres, incluindo o direito ao voto. São muitos os acontecimentos que desde o início do século XX levaram à luta pela reivindicação dos direitos das mulheres e à instituição do 8 de março.

Importância da música no contexto histórico do movimento das mulheres

A música sempre marca presença nos contextos históricos globais. No Dia Internacional da Mulher, não poderia ser diferente. Confira a seguir 25 músicas que falam sobre os direitos das mulheres e trazem um novo olhar sobre o empoderamento feminino e a necessidade de falarmos cada vez mais sobre igualdade.

25 músicas para homenagear o Dia das Mulheres

Abaixo uma lista de 25 músicas incríveis, que empoderam as mulheres e contam histórias fantásticas. Para celebrar a data de 08 de março, vale a pena dar play e curtir o som dessas artistas maravilhosas que muito contribuíram para o fortalecimento do movimento das mulheres em prol de igualdade de direitos em todo o mundo. Aumente o volume, dance bastante e cante com a gente!

1. Maria da Vila Matilde – Elza Soares
2. Independent Women – Destiny’s Child
3. Triste, Louca ou Má – Francisco El Hombre
4. Run The World (Girls) – Beyoncé
5. Roar – Katy Perry
6. Pagu – Rita Lee
7. Respect – Aretha Franklin
8. Express Yourself – Madonna
9. Woman – Kesha
10. Luz Del Fuego – Rita Lee
11. Dona Cila – Maria Gadú
12. Dona de Mim – Iza
13. Grown Women – Beyoncé
14. Stronger – Kelly Clarkson
15. Mulher do fim do mundo – Elza Soares
16. That’s My Girl – Fifth Harmony
17. Born This Way – Lady Gaga
18. Respeita as Mina – Kell Smith
19. Todas as Mulheres do Mundo – Rita Lee
20. Sisters Are Doin’ It for Themselves – Aretha Franklin

Saiba qual foi o papel das mulheres negras no rock


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Rachel de Queiroz: biografia e obras

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Considerada uma das mais importantes escritoras brasileiras do século XX, a cearense Rachel de Queiroz (1910-2003) é uma das principais expoentes da escola literária do modernismo brasileiro.

Ela fez parte da geração modernista de 1930, sendo uma das representantes de destaque da tendência regionalista daquela fase, ao lado de outros grandes autores, como Graciliano Ramos, Jorge Amado e José Lins do Rego.

Além de escritora, Rachel de Queiroz foi jornalista, tradutora e dramaturga, tendo em sua trajetória diversas honrarias, como o “Prêmio Camões”, por exemplo. Foi ainda a primeira mulher a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, em 1977.

Conheça um pouco mais sobre a vida e obra de Rachel de Queiroz.

Biografia

Nascida em Fortaleza, no Ceará, em 17 de novembro de 1910, Rachel de Queiroz viveu na capital cearense até os cinco anos. Foi quando se mudou com a família para o Rio de Janeiro, para escapar da cruel seca que atingiu o nordeste brasileiro em 1915.

Após ter passado um tempo ainda em Belém do Pará, ela retornou ao seu estado natal em 1919, onde fixou residência.

De volta à Fortaleza, Rachel ingressou como aluna interna no Colégio Imaculada Conceição, no qual, com apenas 15 anos, se diplomou como professora.

Dois anos depois, iniciou o seu trabalho na imprensa como colaboradora do jornal “O Ceará”, e aos 19 anos começou a escrever, em segredo, o seu primeiro romance, que projetaria a sua carreira: “O Quinze”.

Publicado em 1930, quando a escritora tinha apenas 20 anos, o livro retrata a seca de 1915 no Nordeste e a dura realidade dos retirantes da região. Com o sucesso da obra, que foi bem recebida pelo público, o nome de Rachel ganhou visibilidade e notoriedade nacional, a fazendo ser agraciada com o prêmio da Fundação Graça Aranha.

Impacto de “O Quinze”

Lançado durante a segunda fase do modernismo brasileiro, “O Quinze” foi um símbolo do romance regionalista da época, ao apresentar novas interpretações de dramaticidade social, em uma obra de profundidade realista, que expõe o conflito secular de um povo contra a miséria e a seca.

A obra contou com uma grande repercussão no Rio de Janeiro, até então a capital do Brasil, onde foi elogiada por nomes consagrados como Mário de Andrade e Augusto Schmidt.

Em “O Quinze”, Rachel de Queiroz escreve sobre o êxodo de trabalhadores da região de Logradouros e de Quixadá, no sertão do Ceará, para a cidade de Fortaleza, onde tentam achar novos meios de sobrevivência.

O livro traz fortes tendências autobiográficas, já que muito da história contada se confunde com a trajetória enfrentada pela própria autora em sua infância, o que confere mais poder e veracidade à narrativa.

Outras obras de destaque

Além de “O Quinze”, Rachel de Queiroz deixou como legado outras obras de enorme impacto na literatura brasileira.

Em 1937, por exemplo, ela escreve “Caminho de Pedra”, um romance com claras inclinações políticas de esquerda e que foi escrito enquanto estava presa durante a ditadura Vargas. Na obra, é retratada a militância de esquerda na década de 1930 e as rupturas internas do Partido Comunista do Brasil.

Dois anos depois, em 1939, a escritora traz um estilo mais intimista com o romance “As Três Marias”, que trata da adolescência feminina em uma abordagem mais psicológica.

Em seu último romance publicado, “Memorial de Maria Moura”, de 1992, Rachel retoma as raízes regionalistas, em uma narrativa sobre a saga de uma cangaceira nordestina.

Além dos romances, Rachel de Queiroz também deixou uma vasta produção em peças de teatro e livros infanto-juvenis, bem como em crônicas para jornais, uma das ocupações a qual ela dedicou boa parte da sua vida.

Conheça importantes escritores mineiros


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