É possível utilizar a arte como meio de inclusão?

Nós estamos em contato com a arte constantemente e de maneira tão natural que nem nos damos conta. A música que ouvimos, o quadro pendurado na recepção dos lugares que frequentamos, o graffiti no muro que passamos diariamente.

Nada mais justo do que utilizar a arte em prol da inclusão, seja ela social ou da pessoa com deficiência, por exemplo.

Ela confere senso crítico, de criatividade, potencializa a sensibilidade bem como melhora a capacidade intelectual de crianças e adultos. Expressar as emoções é outro benefício de usar a arte em prol da inclusão.

Além disso, o aprendizado por meio da música, teatro, dança, entre outras interações culturais, comprovadamente estimula interações sociais e de cooperação com os parceiros. Explorar a autonomia por meio de atividades melhora a interação em escolas, por exemplo, com aprendizado coletivo, construção de vínculos de afeto e de melhoria da vida em sociedade.

A expressão das ideias e dos sentimentos também pode ocorrer ao estimular o aprendizado de arte. Além disso, é responsável pela construção social do indivíduo e de sua identidade, agregando novos valores e prioridades nos alunos.

Arte como meio de inclusão

A pessoa passa a enxergar o mundo fora da caixa por meio da arte, que acolhe diversidades, não fomenta preconceitos, é meio de expansão de ideias e de reflexos positivos em outras áreas da vida de cada indivíduo.

Usar a arte para ensinar um tema difícil, por exemplo, pode tornar o processo mais fácil e lúdico, sem perder o benefício do conhecimento.

Afinal, arte e educação estão ligadas intimamente, por inúmeros motivos. A pessoa entra em uma realidade que desconhecia, aprende com ela, expressa por meio de diferentes linguagens e consegue passar a mensagem adiante.

Além disso, a inclusão não apenas o aprendizado de arte, mas o consumo. Ir a teatros, concertos, cinema, museus, galerias e arte enriquece o ser humano e o faz ver a vida de diferentes perspectivas.

Muitas pessoas não têm acesso a esses ambientes culturais, por viverem em locais periféricos e a arte estar centralizada, ou por não terem dinheiro para acompanhar. Por isso, a importância em promover eventos gratuitos, aulas acessíveis e em locais que mais pessoas possam frequentar.

A arte como mecanismo de resgate

É possível – e muito – usar a arte como meio de inclusão. A música, por exemplo, vai além do aprendizado de teorias musicais, ritmos, aprender um instrumento ou técnicas vocais. Ela ensina a harmonia (musical e do convívio), a expressar emoções, a conviver em grupo, a respeitar o tempo e a velocidade de aprendizado do outro e a comemorar os resultados.

A música pode ser a salvação para jovens em situação de violência, vulneráveis às drogas e criminalidade, apresentando uma realidade nova a ser expressada e para onde as energias devem ser direcionadas em prol de benefícios próprios e coletivos.

Valorize as instituições que se comprometem a ensinar e usar a arte como mecanismo social e de inclusão! Apoie as existentes em sua cidade para que cresçam e possam ajudar ainda mais pessoas.

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